Viver o irreal como se fosse o Real
Em muitos momentos de nossas vidas vivemos um erro de percepção de quem Realmente somos. Acreditamos que somo o nosso Ego, com isso caímos na ilusão de viver o irreal como se fosse o Real.
Isso fica muito claro quando expressamos os seguintes pensamentos: “esse mês nem vi o dinheiro do meu pagamento”. “Ninguém me dá atenção, ninguém me ama”. “Sou pobre! Isso não me pertence”. Etc.
Esse erro básico de percepção é o responsável por todas as tragédias, guerras, fome, doenças e a pobreza no mundo. Toda a realidade que você vive hoje se baseia no sentido ilusório de quem Realmente é. Essa percepção errada da Realidade cria um distúrbio em todos os seus relacionamentos e no ambiente em que está inserido.
Suas crenças fundamentadas nessa percepção sabotam seus projetos de vida, sua saúde e o seu sucesso. Suas crenças e convicções de que esse mundo é uma guerra, uma luta, uma batalha criou o seu campo energético com uma força poderosa de atrair desgraças e sofrimentos.
Se o seu campo energético for formado pela ideia de carência e de falta, seja de dinheiro, reconhecimento ou amor, essa frequência se encarregará de trazer até você mais acontecimentos para reforçar essa sua verdade.
Para viver a prosperidade precisamos inverter os polos magnéticos de nossas vidas.

Segundo os especialistas, um campo magnético forte ajuda a proteger a terra das rajadas de radiação do Sol. Com um campo magnético fraco as partículas carregadas, bombardeando a atmosfera da Terra durante tempestades solares perfurariam buracos nela, e isto poderia ferir pessoas.
Assim também é a nossa vida, quando estamos com nosso campo energético em frequência baixa somos atacados, por doenças, pobreza e pela infelicidade.
Agimos dessa forma porque invertemos os polos de nossa existência. Colocamos como comandante central de nossas vidas o polo negativo (Ego) e o polo positivo (Eu Superior) deixamos em segundo plano. Com essa postura enfraquecemos nosso campo energético e somos atacados pelas tempestades da pobreza, da doença e da morte.
Estamos recebendo na mesma frequência em que emitimos.

Comece a inverter os polos, faça um experimento por uma semana e veja como sua realidade mudará: Comece a doar para as pessoas aquilo que você acredita que o mundo está te tirando – ajuda monetária, gratidão, elogio, atenção, manifestação de amor.
Tudo isso está a seu alcance, até a ajuda monetária se você olhar a sua volta perceberá que existe alguém com uma frequência mais baixa que a sua. Inverta os polos e coloque no comando o polo positivo (Eu Espiritual), logo começará a receber na mesma proporção em que estiver doando.
Viver o fluxo de saída, determinará o fluxo de entrada.

Para que isso se torne parte concreta de nossa existência terrena precisamos fazer a inversão dos polos. Precisamos viver a nossa essência divina e começar a admitir e reconhecer a abundância em nossas vidas.
Veja a plenitude em que você está inserido. O ar que você respira, o sol que te aquece, a chuva, a noite de luar, o canto dos pássaros e o perfume das flores. Somente quando você reconhecer toda essa plenitude é que a prosperidade adormecida acordará.
Nesse momento o que eu posso doar? Um sorriso? Um elogio? Um assento em um ônibus lotado? Uma carona de guarda-chuva? Esses pequenos atos já promove uma grande saída de energia, e assim você se torna um doador.
Sempre mantenha em sua mente a pergunta: O que eu posso doar? É esse padrão metal que vai inverter os polos e a abundância começará a manifestar em sua vida.
Em seu interior já existe a frequência do sucesso e da prosperidade.
Nessa caminhada nesse plano você se deixou influenciar pela mente coletiva, pela mídia em geral ou por seus educadores e assim aconteceu a inversão dos polos. Acredite que você é um ser divino, cocriador de sua história. Aos olhos do Ego o mundo parece injusto, mas existe uma Lei universal que coloca tudo em seu devido lugar.
Portanto, tanto a abundância quanto a escassez são reflexo de nosso interior que se manifestam como nossa realidade, validando assim, nossas crenças e convicções.
Um grande abraço e gratidão sempre.
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