As dificuldades surgem em nossas vidas quando estamos vivendo conflitos internos do passado ou projetando um futuro incerto e melancólico. Assim, muitas pessoas vivem carregando amarguras e revoltas, sempre se colocando na posição de vitimas da vida.
As características mais comuns das pessoas que estão no papel de vítimas são o estresse exagerado, a autopiedade, um sentimento de incapacidade, muitas vezes exagerado e fantasioso, sentimentos de perseguição, de punição, de castigo, de autopunição, de culpa. São pessoas que fazem do seu dia um tormento de lamúrias e lamentações.
Por desconhecer as leis mentais as pessoas que se fazem de vítimas são aquelas que se sentem prejudicadas. Então, começam apontar o dedo procurando algo ou alguém para culpar e responsabilizar pelos seus infortúnios.
Se essa pessoa estiver desempregada, culpa o governo ou a economia por não oferecerem oportunidades. Sendo um empresário e a empresa não está bem, a culpa é do governo, funcionários e fornecedores. Se estiver passando por algum problema de saúde os culpados são o Sistema Único de Saúde e os gestores. Em muitos momentos olham para trás e apontam papai, mamãe, sogro, sogra, sócio e uma infinidade de ex.
Conhece alguém que se encaixe nesse perfil? Ou talvez sejam esses seus padrões mentais. Essas pessoas simplesmente deixam de ser protagonista de suas próprias vidas, buscando no outro o responsável pelos seus conflitos. Se você se coloca na posição de vítima é que em sua consciência existe o outro culpado. Dessa forma você dá o comando de sua vida à outra pessoa.
Conviver com pessoas que alimentam esses padrões mentais consomem nossa energia e desgasta o relacionamento. Essas pessoas estão condicionadas a buscar aquilo que é mais cômodo, e nessas situações apontar o dedo é a solução. São pessoas que tem dificuldade de sair de sua zona de conforto e ir além do lugar-comum para descobrir novas formas de olhar o mundo.
Até aquilo que você vê como objeto sólido, na verdade é energia condensada, também está em movimento. A cada segundo em nosso corpo, células morrem e novas células nascem. O que precisamos fazer é não alimentar essas novas células com padrões mentais destrutivos.
Mude a lente dos seus óculos perante a vida. Enxergar a vida com as mesmas lentes de outrora irá revelar o mesmo filme entediante. Procure dar um tempo em seu projeto destrutivo e crie um novo enredo para sua história. Enquanto você aponta o dedo buscando culpados está desprendendo sua energia vital de modo destrutivo.
Portanto, deixe de seguir sua vida olhando pelo retrovisor. Olhe para o passado como experiências vividas para não cometer os mesmos erros. Mas, não fique preso nas amarguras vividas. Mude seu foco e olhe para frente e não se esqueça de que só existe o momento presente.
Um grande abraço e gratidão sempre.
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